Institucional

INC - Instituto de Natureza e Cultura
 
Local: Campus Universitário do Polo Alto Solimões – Benjamin Constant/AM
 
Endereço:
 
                INSTITUTO DE NATUREZA E CULTURA – INC
                Rua 1º de Maio, nº 05
                CEP: 69.630-000   Bairro: Colônia
               Benjamin Constant / AM
 
 
Contato:
 
                E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
                Horário de Expediente Administrativo:  08:00h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h
 
 
Data de Criação
 
O Conselho Universitário criou, através da resolução nº 024/2005/CONSUNI de 25 de novembro de 2005, o Campus Universitário do Polo Alto Solimões, sediado no Município de Benjamin Constant. E também no mesmo dia, pela resolução nº 027/2005/CONSUNI foi criada a Unidade Acadêmica Permanente de Benjamin Constant, que posteriormente foi denominada, conforme resolução nº 027/2006/CONSUNI de 26 de outubro de 2006, de Instituto de Natureza e Cultura.
 
 
 
Estrutura Administrativa
Direção, Coordenação Administrativa e Coordenação Acadêmica.
 
Cursos
 
Graduação
 
  • Curso de Graduação em Letras: Língua e Literatura Portuguesa e Língua e Literatura Espanhola (Licenciatura dupla);
  • Curso de Graduação em Pedagogia (Licenciatura);
  • Curso de Graduação em Ciências Agrárias e do Ambiente (Licenciatura);
  • Curso de Graduação em Ciências: Biologia e Química (Licenciatura Dupla);
  • Curso de Graduação em Antropologia (Bacharelado);
  • Curso de Graduação em Administração (Bacharelado).
  • Curso de Graduação em Artes Visuais (Licenciatura) - PARFOR
 
 
Grupos de Pesquisa:
 
Grupos de Pesquisa CNPQ dos professores do Instituto de Natureza e Cultura - INC/UFAM.
  1. Diversidade, Biologia, Química e Conservação de Recursos e Ecossistemas Amazônicos;
  2. Biodiversidade de Recursos da Região do Alto Solimões;
  3. Grupo de Estudos da Gestão Produtiva da Região da Tríplice Fronteira do Alto Amazonas;
  4. Infâncias, Criança e Educação na Fronteira Amazônica;
  5. Núcleo de Estudos Afro Indígena;
 
Programas e Núcleos:
  1. Programa de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Assessoramento no Alto Solimões – PRODESAS.
  2. Programa de Extensão Universitária Observatório da Violência de Gênero no Amazonas – OVGAM
  3. Programa de Extensão Universitária Observatório da Educação do Campo no Alto Solimões OBECAS
  4. Núcleo de Extensão Territorial do Alto Solimões - Amazonas – NEDET
  5. Núcleo de Estudos Afro Indígena - NEAI
 
Servidores / Discentes:
             Docentes: 69
             Técnicos Administrativos em Educação: 34
             Discentes de Graduação: 1.217

ReitoriaReitoria

 

Comissão Permanente de Pessoal Docente – CPPD

 

1 – PROGRESSÃO

 

1.1. Progressão é a passagem do docente para o nível de vencimento imediatamente superior dentro de uma mesma Classe, sendo que os interstícios pretéritos serão contabilizados da data em que ocorreram, assim como as atividades acadêmicas desempenhadas, e poderão ser apreciados simultaneamente. O efeito financeiro ocorrerá da data em que o docente cumprir o interstício, desde que tenha havido a aprovação da avaliação de desempenho das atividades acadêmicas desenvolvidas naquele período de tempo, independente da data do pedido.

1.2. Para progredir é necessário comprovar, através de um atestado emitido pela PROGESP, o cumprimento do interstício de 24 meses e ser aprovado em avaliação de desempenho. A aprovação levará em conta a análise dos RITs, aprovados pelo Colegiado do Departamento ou pelo Conselho Diretor; dos planos de Ensino das disciplinas ministradas; e o relatório de avaliação do docente pelo discente das disciplinas ministradas, quando houver. Esses documentos serão submetidos ao Colegiado do Departamento ou Conselho Diretor.

1.3. O pedido de progressão será dirigido ao Chefe do Departamento ou ao Presidente do CONDIR, sendo que estes deverão autuar o processo, nomear relator e submeter à aprovação. No caso de aprovação, será lavrado termo de aprovação, que será anexado ao processo e encaminhado à PROGESP, para elaboração da respectiva portaria e efetivar o registro. No caso de reprovação e passado o prazo de recurso, o processo será devolvido ao interessado mediante protocolo.


2 – PROMOÇÃO

 

2.1. Promoção é a passagem do docente da Classe em que se encontra para a Classe imediatamente posterior, sendo que os interstícios pretéritos serão contabilizados da data em que ocorreram, assim como as atividades acadêmicas desempenhadas. O efeito financeiro ocorrerá da data em que o docente cumprir o interstício, desde que tenha havido a aprovação da avaliação de desempenho das atividades acadêmicas desenvolvidas naquele período de tempo, independente da data do pedido. Os RITs, aprovados no último interstício constarão obrigatoriamente no processo

2.2. Para a promoção para Assistente e Adjunto

a) comprovar, através de um atestado emitido pela PROGESP, o cumprimento do interstício de 24 meses

b) ser aprovado em processo de avaliação de desempenho, considerando os últimos 4 anos no efetivo exercício, na respectiva classe.

c) encaminhar o processo para o Diretor da Unidade que o autuará e submeterá à Comissão Interna de Avaliação da Unidade Acadêmica, a qual emitirá parecer conclusivo a ser encaminhado para o CONDEP/CONDIR. No caso de aprovação, será lavrado termo de aprovação, que deverá ser anexado ao processo e encaminhado à CPPD, que emitirá parecer e encaminhará à PROGESP para elaboração da respectiva portaria e registro.

2.3. Para a promoção para Associado

a) comprovar, através de um atestado emitido pela PROGESP, o cumprimento do interstício de 24 meses,

b) possuir o título de doutor

c) ser aprovado em processo de avaliação de desempenho, considerando os últimos 8 anos no efetivo exercício, na respectiva classe.

d) encaminhar o processo para o Diretor da Unidade que o autuará e submeterá à Comissão Interna de Avaliação da Unidade Acadêmica, a qual emitirá parecer conclusivo a ser encaminhado para o CONDEP/CONDIR. Se aprovado, será lavrado termo de aprovação, que deverá ser anexado ao processo e encaminhado à CPPD, que emitirá parecer e encaminhará à PROGESP para elaboração da respectiva portaria e registro.

2.4. Para a promoção para Titular

a) comprovar, através de um atestado emitido pela PROGESP, o cumprimento do interstício de 24 meses

b) ser aprovado em processo de avaliação de desempenho, considerando os últimos 10 anos no efetivo exercício, na respectiva classe, no qual o docente deverá comprovar excelência e especial distinção obrigatoriamente no ensino e na pesquisa ou extensão, pela Comissão Institucional de Avaliaçõ

c) lograr aprovação de memorial que deverá considerar as atividades de ensino, pesquisa, extensão, gestão acadêmica e produção profissional relevante, OU defesa de tese acadêmica inédita, que será analisada por uma Comissão Especial, composta por no mínimo 75% de profissionais externos à UFAM

d) encaminhar o processo para o Diretor da Unidade que o autuará e submeterá à Comissão Institucional para Avaliação de Desempenho Acadêmico, a qual verificará a documentação, avaliará o processo e encaminhará à CPPD, que emitirá parecer

 

3 – ESTÁGIO PROBATÓRIO

 

3.1. Nos processos de estágio probatório não há obrigatoriedade de acrescentar os Planos Individuais de Trabalho – PIT e Relatórios Individuais de Trabalho – RIT, conforme entendimento da Procuradoria Federal da UFAM na nota nº 293/2013/PF-FUA/PGF/AGU (em anexo).

3.2. Conforme prevê a Resolução 012/1992 – CONSUNI, o professor em estágio probatório terá um professor orientador, por ele indicado, homologado pelo Departamento/Colegiado e designado pelo Diretor da Unidade.

3.3. O professor elaborará, durante os dois primeiros meses de efetivo exercício e com o auxílio de seu professor orientador, um plano individual de estágio no qual deverão constar as atividades acadêmicas.

3.4. Ao final de cada semestre, o professor elaborará um relatório, em consonância com seu orientador, das atividades realizadas, para apreciação do Colegiado do Departamento/Curso que expressará o resultado sob a forma de recomendação ao avaliado.

3.5. De posse dos relatórios semestrais, o Colegiado emitirá parecer conclusivo no prazo de 30 dias, submetendo-o à apreciação do Conselho Departamental/Diretor que no mesmo prazo encaminhará à ProGesP para instrução funcional e após à CPPD para análise e parecer conclusivo. O envio do processo pela Unidade para as providências deverá ser feito até 4 meses antes do término do período do estágio probatório. Cabe à ProGesP elaborar a portaria de homologação do professor avaliado.

 

4. MUDANÇA DE REGIME DE TRABALHO

 

4.1 Os docentes das Instituições de Ensino Superior, conforme prevê a Lei 12.772/2012, possuem três regimes de trabalho:

a) 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, com dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional. Tal regime implica o impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada, com as exceções previstas na referida Lei.

b) tempo parcial de 20 (vinte) horas semanais de trabalho. Os docentes neste regime poderão ser temporariamente vinculados ao regime de 40 (quarenta) horas sem dedicação exclusiva após a verificação de inexistência de acúmulo de cargos e da existência de recursos orçamentários e financeiros para as despesas decorrentes da alteração do regime, considerando-se o caráter especial da atribuição do regime de 40 (quarenta) horas sem dedicação exclusiva, conforme disposto no § 1o, nas seguintes hipóteses: I - ocupação de cargo de direção, função gratificada ou função de coordenação de cursos; ou II - participação em outras ações de interesse institucional definidas pelo conselho superior da IFE.

c) regime de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em tempo integral, observando 2 (dois) turnos diários completos, sem dedicação exclusiva, para áreas com características específicas, excepcionalmente, mediante aprovação de órgão colegiado superior competente,

4.2 Solicitação de mudança de regime: o Professor poderá solicitar a alteração de seu regime de trabalho, mediante proposta que será submetida a sua unidade de lotação. A solicitação de mudança de regime de trabalho, aprovada na unidade será encaminhada à Comissão Permanente de Pessoal Docente - CPPD, para análise e parecer, e posteriormente à decisão final da autoridade ou Conselho Superior competente. Não constitui vedação à mudança, os docentes estarem em estágio probatório. Na hipótese de concessão de afastamento sem prejuízo de vencimentos, as solicitações de alteração de regime só serão autorizadas após o decurso de prazo igual ao do afastamento concedido.

4.3. Deverão ser analisadas as normas relativas à alteração da Jornada de trabalho de 20 horas semanais e 40 horas semanais para o regime de Dedicação Exclusiva da Resolição 013/2004 – CONSUNI.

 

6. RETRIBUIÇÃO POR TITULAÇÃO E ACELERAÇÃO DA PROMOÇÃO

6.1. Os docentes aprovados no estágio probatório do respectivo cargo que atenderem os seguintes requisitos de titulação farão jus a processo de aceleração da promoção: I - para o nível inicial da Classe B, com denominação de Professor Assistente, pela apresentação de titulação de mestre; e II - para o nível inicial da Classe C, com denominação de Professor Adjunto, pela apresentação de titulação de doutor. 

6.2. Os docentes que fizerem jus à aceleração deverão preencher formulário da ProGesP, anexar cópia do diploma e da portaria de homologação do estágio probatório e dar entrada com o processo na referida Pró-reitoria.

6.3. Os docentes que fizerem jus à retribuição por titulação, deverão dar entrada com formulário e cópia do diploma na ProGesp.

 

 

MEMBROS DA COMISSÃO

 

Ana Karla Lima Freire Cabral – FCF

Esner Robert Santos Magalhães – FCA 

José Renato Pereira Cavallazzi –ICB

Magnólia Grangeiro Quirino – FT

Sineide Santos de Souza – EEM

 

 COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA

 

Daniele Souza de Abreu

Assistente em Administração da CPPD

 

CONTATOS

 

Endereço: 2º andar (3º piso) da Reitoria da UFAM, Campus Universitário, Setor Norte

 

Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Telefone: (92) 3305-1181 (Ramal 2031)

 

LEGISLAÇÃO E ORIENTAÇÕES:

LEI Nº 12.772, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2012.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12772.htm

DECRETO Nº 9.094, DE 17 DE JULHO DE 2017

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/decreto/D9094.htm

ReitoriaReitoria

Comissão de Capacitação do Servidor - CCS

 

A Comissão trata dos afastamentos para Especialização, Mestrado, Doutorado, Pós-doutorado, Estágio e Licença para Capacitação dos Servidores da Universidade Federal do Amazonas. A solicitação deverá ser encaminhada à CCS através de processo tramitado no Sistema de Informações para o Ensino - SIE.

 

No caso de desligamento do Programa de Pós-Graduação, ou suspensão do afastamento/Licença para Capacitação por motivos de doença, o servidor deverá cumprir além do que estabelece a Resolução Nº 020/2016 – CONSUNI, atender ao Decreto nº 7.003, de 9 de novembro de 2009, quanto à necessidade de entrar em contato com o Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor – SIASS do Estado onde estiver desempenhando as atividades ou, para os que estejam no Amazonas,  acessar o e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  ou entrar em contato pelos números: (92) 99318-3254 e 3305-1181 (ramal: 4228), nos casos de perícia, ou para atendimento pelo Serviço Social (ramal: 4239). Da mesma forma, no caso de licença à gestante procurar o seu setor de lotação ou o DAPES/PROGESP. Em todos os casos, informar também à CCS, para Suspender o Afastamento.

 

A Licença para Capacitação, de acordo com a 020/2016-CONSUNI, Decreto 5.707/2006 e demais legislações vigentes, poderá ser utilizada para participar de ação de capacitação, voltadas para o desenvolvimento das competências institucionais e individuais, através do planejamento interno da unidade, caso tenha. O servidor deverá solicitar sua licença de acordo com os critérios e tramitações institucionais. A licença será remunerada, por até três meses, podendo ser parcelada, com a duração não inferior a trinta dias. Os períodos não são acumuláveis.

 

Observação:

 

Quando se tratar de solicitação para custeio de participação em algum curso/evento, a Administração Superior da UFAM poderá autorizar o custeio parcial ou total, desde que haja disponibilidade orçamentária e financeira para tal finalidade.

 

Neste caso, a solicitação deverá seguir os trâmites de acordo com as legislações vigentes da UFAM, com seu pedido enviado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas.

 

As funções Gratificadas, Comissionadas ou de Direção exercidas pelos servidores que pleiteiem o afastamento para qualificação ou a Licença Capacitação serão suspensas a partir do ato do afastamento. 

 
Presidente da Comissão de Capacitação do Servidor - CCS
 
Ronaldo Vitoriano Bastos  CIS
 
 
Membros da Comissão de Capacitação dos Servidores - CCS
 
Maria Rosalba da Costa Bilby  CIS
Amandio Jorge Taveira Venâncio  CIS
Herbett Segundo Rodrigues  PROPLAN
Mário Norberto da Costa Júnior  PROPESP
Arquelau Carvalho do Nascimento Neto  PROGESP
José Renato Pereira Cavallazzi  CPPD
Magnólia Granceiro Quirino  CPPD
Sineide Santos de Souza  CPPD
 
 
 
Coordenação Administrativa da CCS
 
Lidismar Freitas de Farias Reis
Téc. Adm. em Educação
Endereço: 2º andar (3º piso) do Centro Administrativo da UFAM, Campus Universitário, Setor Norte
Email: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
 
Contatos:
Telefone: (92) 3305-1181 (Ramal 2031) e 98409-9382
Horário de atendimento: das 8h às 14h ininterruptamente, ou entrega do processo via Protocolo Geral da UFAM no horário normal de expediente. 
 
Solicitar Afastamento para Qualificação : Os servidores deverão atender os seguintes critérios e preenchimento dos novos Formulários:
 
 
 
 
Solicitar Licença Capacitação (até três meses) : Os servidores deverão atender os seguintes critérios e preenchimento dos novos Formulários:
 
 
 

ReitoriaReitoria

Apresentação

A Comissão Permanente de Procedimentos Administrativos Disciplinares da Ufam (CPPAD) está disponibilizando a partir desse mês o Manual Prático de Sindicâncias e Processos Administrativos Disciplinares, um guia de fácil compreensão sobre como realizar um processo administrativo disciplinar dentro da Universidade.

BOLETINS CPPAD

 

2017

1º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

2º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

3º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

4º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

5º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

6º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

7º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

8º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

9º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

10º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

11º EDIÇÃO ESPECIAL 2017

12ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

13ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

14ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

15ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

16ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

17ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

18ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

19ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

20ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

21ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

22ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

23ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

24ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

25ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

26ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

27ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

28ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

29ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

30ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

31ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

32ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

33ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

34ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

35ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

36ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

37ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

38ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

39ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

40ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

41ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

42ª EDIÇÃO ESPECIAL 2017

2016

1ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

2ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

3ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

4ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

5ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

6ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

7ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

8ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

9ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

10ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

11ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

12ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

13ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

14ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

15ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

16ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

17ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

18ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

19ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

20ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

21ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

22ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

23ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

24ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

25ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

26ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

27ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

28ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

29ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

30ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

31ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

32ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

33ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

34ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

35ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

36ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

37ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

38ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

39ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

40ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

41ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

42ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

43ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

44ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

45ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

46ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

47ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

48ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

49ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

50ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

51ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

52ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

53ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

54ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

55ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

56ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

57ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

 58ª EDIÇÃO ESPECIAL 2016

 

2015

002ª EDIÇÃO ESPECIAL

003ª EDIÇÃO ESPECIAL

005ª EDIÇÃO ESPECIAL

007ª EDIÇÃO ESPECIAL

008ª EDIÇÃO ESPECIAL

009ª EDIÇÃO ESPECIAL

011ª EDIÇÃO ESPECIAL

013ª EDIÇÃO ESPECIAL

015ª EDIÇÃO ESPECIAL

016ª EDIÇÃO ESPECIAL

18ª EDIÇÃO ESPECIAL - PAD

020ª EDIÇÃO ESPECIAL

022 EDIÇÃO ESPECIAL

023 EDIÇÃO ESPECIAL

024 EDIÇÃO ESPECIAL

025 EDIÇÃO ESPECIAL

027 EDIÇÃO ESPECIAL

028 EDIÇÃO ESPECIAL

030 EDIÇÃO ESPECIAL

031 EDIÇÃO ESPECIAL

032 EDIÇÃO ESPECIAL 2015

033ª EDIÇÃO ESPECIAL

034ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

035ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

036ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

037ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

039ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

042ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

043ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

044ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

048ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

052º EDIÇÃO ESPECIAL 2015

054ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

056ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

058ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

063ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

065ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

067ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

069ª EDIÇÃO ESPECIAL 2015

 

2014

001ª EDIÇÃO ESPECIAL

002ª EDIÇÃO ESPECIAL

003ª EDIÇÃO ESPECIAL

007ª EDIÇÃO ESPECIAL

009ª EDIÇÃO ESPECIAL

010ª EDIÇÃO ESPECIAL

012ª EDIÇÃO ESPECIAL

014ª EDIÇÃO ESPECIAL

018ª EDIÇÃO ESPECIAL

020ª EDIÇÃO ESPECIAL

025ª EDIÇÃO ESPECIAL

026ª EDIÇÃO ESPECIAL

029ª EDIÇÃO ESPECIAL

030ª EDIÇÃO ESPECIAL

032ª EDIÇÃO ESPECIAL

034ª EDIÇÃO ESPECIAL

035ª EDIÇÃO ESPECIAL

037ª EDIÇÃO ESPECIAL

038ª EDIÇÃO ESPECIAL

040ª EDIÇÃO ESPECIAL

042ª EDIÇÃO ESPECIAL

043ª EDIÇÃO ESPECIAL

046ª EDIÇÃO ESPECIAL

048ª EDIÇÃO ESPECIAL

 

Anexos:
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A Comissão pela Autonomia Universitária visa conscientizar e mobilizar a comunidade acadêmica para a discussão e compreensão do assunto. Composta por dez membros (dois representantes do Consuni, dois representantes docentes, dois representantes discentes, dois representantes técnico-administrativos e dois representantes  da gestão superior) possui uma a agenda de trabalho aprovada pelo Conselho que mobiliza a Universidade em todos seus segmentos  para que um número expressivo de pessoas se intere do assunto. “Todos defendem a autonomia universitária, mas o que acontece é que  a maneira de operacionalizar e o entendimento do que seja autonomia tem uma variação. A autonomia universitária já está prevista no artigo 206 da Constituição que diz que as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão  financeira e patrimonial, mas não é algo autoaplicável, daí a importância de fortalecermos e consolidarmos o debate para fazer com que as pessoas se sensibilizem, se mobilizem para isso. A própria história da universidade caminha junto com a autonomia”, destaca a professora Cristiane Fernandez, presidente da Comissão.

Histórico

Criada pelo Conselho Universitário (Consuni) a Comissão pela Autonomia Universitária iniciou com a discussão de uma lei orgânica para as universidades públicas federais. Na primeira vez foi proposto um antiprojeto de lei, rejeitado por haver a necessidade de discussão com a comunidade acadêmica.  Diante disso, foi realizado um seminário em 30 de janeiro onde se reuniram representantes da Associação Nacional  dos Dirigentes das Instituições federais de Ensino Superior (Andifes), da Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior  (Andes- SN) e do Ministério da Educação (Mec). Na ocasião, houve um debate fundamental para discutir a qual a posição de cada entidade, cada unidade acadêmica em relação a essa questão da autonomia universitária. A partir de então, a proposta foi novamente levada ao Conselho Universitário, nessa oportunidade foi discutida a importância de aprofundar as propostas e a participação dos conselheiros que tem o poder de decisão. Para isso, foi criada a Comissão pela Autonomia Universitária presidida pela professora Cristiane Fernandez e com representantes de todas as unidades acadêmicas e entidades da Ufam.

Contato: autonomiauniversitaria2014@yahoo.com.br

ReitoriaReitoria

Professor Doutor Hedinaldo Narciso Lima

Casado, duas filhas, é professor da Universidade Federal do Amazonas desde 1991. Assumiu vários cargos administrativos, dentre eles o de chefe do Departamento de Engenharia Agrícola e Solos, coordenador do curso de Agronomia e diretor da Faculdade de Ciências Agrárias. Atualmente, é vice-reitor da Instituição em seu segundo mandato. Tem um intenso trabalho nas áreas do ensino, da pesquisa e da extensão; é membro da Comissão de Minerologia do Solo da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo.

ReitoriaReitoria

Professora Doutora Márcia Perales Mendes Silva

Casada, dois filhos, é docente do curso de Serviço Social desde 1986 e reitora da Universidade Federal do Amazonas em seu segundo mandato. Recebeu várias premiações devido a sua relevante atuação na pesquisa e nos programas de pós-graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia (mestrado e doutorado) e Serviço Social e Sustentabilidade na Amazônia. É líder do Grupo de Estudos e do Grupo de Pesquisa: Processos de Trabalho e Serviço Social na Amazônia (GETRA). Lançou, em 2011, o livro “As expressões do mundo do trabalho: um olhar para os trabalhadores do parque industrial de Manaus”.

Informações sobre a UFAM

Informações sobre a Ufam

Estatuto e Regimento Geral

Clique e faça o download do Estatuto da Ufam e do Regimento Geral da Universidade. 

 

Art. 1º. – A Universidade do Amazonas, com sede na cidade de Manaus, é uma Instituição Federal de Ensino Superior, criada nos termos da Lei nº. 4.069-A, de 12 de junho de 1962, do Decreto nº. 53.699, de 13 de março de 1964, mantida pela União, como entidade da administração indireta na forma da legislação em vigor.

Art. 2º. – A Universidade goza de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerá ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

 

Finalidade

Art. 4º. – A Universidade tem por finalidade cultivar o saber em todos os campos do conhecimento puro e aplicado, cumprindo-lhe, para tanto:

I. estimular a criação cultural e o desenvolvimento do pensamento reflexivo, sem discriminação de qualquer natureza;

II. formar diplomados nas diferentes áreas do conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade, e colaborar na sua formação contínua;

III. promover a investigação científica, visando ao desenvolvimento da ciência e da tecnologia, assim como a criação e a difusão da cultura, melhorando, desse modo, o entendimento do ser humano sobre o meio em que vive;

IV. manter, a partir da preocupação com a realidade amazônica, compromisso com os povos indígenas, reconhecendo a dívida histórica da sociedade brasileira e construindo possibilidades concretas para sua inserção plena na vida universitária e no exercício da cidadania;

V. promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;

VI. suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que forem sendo adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do saber de cada geração;

VII. estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e os da Região Amazônica, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade;

VIII. promover uma extensão aberta à população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da cultura e da pesquisa científica e tecnológica geradas na Instituição.

 

Princípios

Art. 5º – A Universidade organizar-se-á com a observância dos seguintes princípios:

I. unidade de patrimônio e de administração;

II. organicidade da estrutura, com base em departamentos acadêmicos coordenados por unidades acadêmicas;

III. integração e indissociabilidade das funções de ensino, pesquisa e extensão, vedada a duplicidade de meios para fins idênticos ou equivalentes;

IV. racionalidade e organização, com plena utilização de recursos materiais e humanos;

V. universalidade do conhecimento e fomento à interdisciplinaridade;

VI. publicidade de todas as suas ações;

VII. gratuidade do ensino;

VIII. intercâmbio com outras instituições;

IX. liberdade de expressão, difusão e socialização do saber;

X. compromisso permanente com a busca da paz e a garantia dos direitos humanos;

XI. garantia de padrão de qualidade;

XII. gestão democrática do ensino público;

XIII. alternância de poder com base na legislação vigente.

 

Missão

Cultivar o saber em todas as áreas do conhecimento por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, contribuindo para a formação de cidadãos e para o desenvolvimento da Amazônia.

 

Visão

  • Reconhecimento pela excelência alcançada no ensino público, na produção científica e na contribuição para o desenvolvimento social;
  •  Servidores capacitados, valorizados e comprometidos com a Missão;
  •  Infraestrutura adequada para a missão;
  •  Gerenciamento eficaz apoiado por informação dos processos administrativos, acadêmicos e técnicos.

Pólo Avançado do Núcleo de Conciliação das Varas de Famílias

 

COORDENADOR GERAL TJ/AM: doutor Gildo Alves de Carvalho Filho (juiz titular)
 
COORDENADORA GERAL UFAM: professora doutora Kátia de Araújo Lima Vallina
 
DEFENSOR PÚBLICO: João Leonel de Brito Feitoza
 
DIRETOR DE SECRETARIA: Antonio Carlos Conde Holanda (Tribunal de Justiça do Amazonas/TJ/AM)
 
COORDENAÇÕES PEDAGÓGICAS UFAM: professora doutora Cláudia B. F. Sampaio (Psicologia – Universidade Federal do Amazonas/Ufam); professor  ms. Sérgio Sócrates Baçal de Oliveira (Psicologia/Ufam); professora Marina das Graças de Paula Araujo (Direito/Ufam) e professora doutora Lucilene Ferreira de Melo (Serviço Social/Ufam).
 
TÉCNICOS: Taciana de Almeida Costa (Assistente Social/Defensoria Pública do Estado/DPE); Ilmar Lima (Psicólogo/TJAM); Maristela Coelho Gomes (Psicóloga/TJAM).
 
SECRETÁRIA ACADÊMICA: Iêda Meirelis Petrola - Ufam
 

 
O QUE É?
 
O Polo Avançado do Núcleo de Conciliação das Varas de Família/PANUCVF é um núcleo  jurídico que tem como objetivo geral propiciar o acesso facilitado à Justiça para a população de baixa renda, nas questões do direito de família que versem sobre divórcio, reconhecimento e dissolução de sociedade de fato, guarda/modificação de guarda entre pais, alimentos, regulamentação de visitas e investigação de paternidade.
 
COMO FUNCIONA?
 
O programa oferece assistência jurídica, social e psicológica às famílias de baixa renda que não tenha recursos para pagar os custos processuais e os honorários advocatícios. O atendicmento é feito de segunda a quinta, das 8h às 14h por ordem de chegada. A mediação é realizada por profissionais que garantem o acesso facilitado à justiça.
 
QUEM ATENDE?
 
Uma equipe multidisciplinar de profissionais, bolsistas e voluntários das áreas de Direito, Serviço Social e Psicologia.
 
MAIS INFORMAÇÕES
 
Os interessados devem entrar em contato com a secretaria do Polo, localizado no antigo prédio da Faculdade de Direito, localizado na Rua Coronel Sérgio Pessoa, 147 – Praça dos Remédios – Centros, Telefone: 3305-5400.

História da Ufam

Escola Livre de Manáos e o início de tudo

 
Os mais de 100 anos de implantação do ensino superior no Amazonas é comemorado  em  17 de janeiro. Foi nessa data, em 1909, que surgiu a primeira Instituição de ensino superior do país,  a  Escola  Universitária  Livre  de Manáos, criada por inspiração  do tenente-coronel do Clube da Guarda Nacional do Amazonas, Joaquim Eulálio Gomes da Silva Chaves. Em sessão de 12 de fevereiro de 1909, o Conselho Constituinte  elegeu  Eulálio Chaves  para promover o reconhecimento oficial da Escola e cuidar  da  publicação de seus Estatutos. A Lei nº. 601, de  8 de outubro de 1909, considerou válidos os títulos expedidos pela  Escola Universitária.
 
 
 
 
 
O Clube da Guarda e a Escola Militar
 
A Escola Universitária Livre  de  Manáos  teve  origem  no  Clube da Guarda Nacional do Amazonas, entidade fundada em 5 de setembro de 1906, e cujos Estatutos, publicados no ano seguinte, previam  a criação  de  uma  escola prática militar. O Clube da Guarda tinha, entre outros objetivos, o de fomentar o desenvolvimento profissional de seus associados e cultivar as ciências auxiliares da arte da  guerra, além de criar uma escola prática militar.
 
O que era aspiração máxima do  Clube da Guarda Nacional somente se concretizou  em  10  de  novembro  de 1908 quando foi criada em Manaus  a  Escola Militar Prática do Amazonas. A Escola mantinha apenas dois cursos - um preparatório e outro superior, ambos destinados à instrução militar de oficiais da Guarda Nacional e de outras milícias.    Os cursos, porém,  eram abertos  a  qualquer  brasileiro. Naquele mesmo ano, a Escola passou a chamar-se  Escola  Livre  de  Instrução  do Amazonas.
 
 
Ensino Superior e Cursos
 
Menos de um ano depois, em 17 de janeiro de 1909, a Escola de Instrução Militar do  Amazonas  se  transformava na Escola Universitária Livre de Manáos. De acordo com seus Estatutos, elaborados e  apresentados pelo tenente-coronel Eulálio Chaves, a Escola deveria  manter  os  cursos  das  três armas, segundo  o  programa  adotado para  as  escolas  do  Exército Nacional.
 
Além dos cursos de instrução militar, também seriam ministrados os cursos de Engenharia Civil, Agrimensura, Agronomia, Indústrias, Ciências Jurídicas e Sociais, bacharelado em Ciências Naturais e Farmacêuticas  e Letras. Outros cursos deveriam ser criados posteriormente, com preferência o de Medicina.
 
 
 
 
 
Novo nome e o fim da escola
 
Dirigida em seu primeiro ano pelo Dr. Pedro Botelho (1909-1910) e, posteriormente, pelo Dr. Astrolábio Passos (1910-1926), a  Escola Universitária  instalou seus cursos em 15 de março de 1910, em sessão solene presidida pelo governador do Estado, Antônio Clemente Ribeiro Bittencourt. Em 13 de julho de 1913, a Escola Universitária muda de nome, passando a chamar-se Universidade de Manaus. 
 
A experiência bem sucedida da primeira universidade brasileira durou somente 17 anos, sendo ela desativada em 1926. A partir daí, passaram a funcionar como unidades isoladas de ensino superior, mantidas pelo Estado, as Faculdades de Direito, Odontologia e Agronomia. Com  a  extinção  das  duas  últimas, poucos anos depois, restou apenas a Faculdade de Direito, a qual formou os primeiros bacharéis em 1914, e foi incorporada pela Universidade Federal do Amazonas. Esse elo histórico entre as duas instituições testemunha e revalida a atual Ufam como a mais antiga universidade brasileira.
 
Lei cria UA
 
Criada pela Lei Federal 4.069-A, assinada pelo presidente João Goulart em 12 de junho de 1962, a sucessora legítima da Escola Universitária Livre de Manáos, Universidade do Amazonas, teve seu Projeto de Lei, de autoria do então deputado federal Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Filho, publicado no Diário Oficial da União em 27 de junho do corrente ano, mas só se instalou como Fundação de Direito Público mantida pela União Federal em 17 de janeiro de 1965.
 
 
Início da UA
 
Em 3 de julho de 1964, na realização da 18ª reunião do Conselho Diretor da Fundação Universidade do Amazonas, foi decidido que a data de comemoração da instalação da Universidade do Amazonas seria a mesma data criação da primeira universidade brasileira, a Escola Universitária Livre de Manáos.
 
A Universidade do Amazonas consolidou-se e ampliou sua estrutura por meio da criação de novos cursos e absorção de outros já existentes. A partir de 1968, a estrutura da instituição passa a ser a seguinte: Faculdade de Direito do Amazonas, Faculdade de Estudos Sociais, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, Faculdade de Engenharia, Faculdade de Medicina e Faculdade de Farmácia e Odontologia.
 
 
Nova denominação
 
Embora  tenha  sido criada   pela  Lei   Federal 4.069-A, de 12 de junho de 1962, a Universidade  Federal do  Amazonas  instalou-se três anos  depois, em 17 de janeiro de 1965, 39 anos após a desativação da  Universidade de  Manáos. Criada  como  fundação de direito  público  e  mantida  pela   União,  a Universidade recebeu a denominação de Universidade Federal do Amazonas (Ufam) por disposição  da  Lei  nº. 10.468,  de 20 de junho de 2002. O objetivo da instituição é ministrar o ensino superior e desenvolver  o estudo  e  a  pesquisa em todos os ramos do saber e da divulgação científica, técnica e cultural.
 
 
Estrutura
 
Constituída atualmente por 18 unidades de ensino, entre institutos e faculdades, sua estrutura incorporou de início a Faculdade de Direito, remanescente da Universidade de Manáos, e as faculdades de Ciências Econômicas e de Filosofia, Ciências e Letras, unidades isoladas  de ensino superior, criadas e mantidas pelo Estado. A essa estrutura juntou-se também, por doação do desembargador André Vidal de Araújo, o patrimônio da Escola de Serviço Social de Manaus. Já no final dos anos 1990 outra unidade de ensino superior incorporou-se à estrutura da Ufam - a Escola de Enfermagem de Manaus, anteriormente mantida pela Fundação Sesp, do Ministério da Saúde.
 
 
Reitores
 
A Ufam teve nove reitores, sendo cinco bacharéis em Direito, dois médicos, um jornalista e um engenheiro civil. O primeiro foi o professor Aderson Andrade de Menezes, da Faculdade de Direito, e o que por menor espaço de tempo exerceu a reitoria.
 
O professor Octávio Mourão (1977/1984) foi o último reitor do regime militar, e o professor Roberto Vieira (1985/1989) foi o primeiro eleito pela comunidade acadêmica, no início da redemocratização do País. Os reitores Marcus Luiz Barroso Barros (1989/1993), Nelson Abrahim Fraiji (1993/1997), Walmir de Albuquerque Barbosa (1997/2001), Hidembergue Ordozgoith da Frota (2001/2005 e 2005/2009) e Márcia Perales Mendes Silva foram eleitos pela Comunidade Universitária e respondem pelo período mais recente.
 
 

Conheça todos os reitores da Ufam

  • Astrolábio Passos & Henrique José Moers (1910 – 1926)

 

  • Aderson Andrade de Menezes & José Augusto Telles de Borborema (1964 – 1965)

 

  • Jauary Guimarães de Souza Marinho & José Lopes da Silva (1966 – 1970)

 

  • Aderson Pereira Dutra & Octávio Hamilton Botelho Mourão (1971 – 1976)

 

  • Octávio Hamilton Botelho Mourão & Roberto dos Santos Vieira/Geraldo Dias da Rocha (1977 – 1984)

 

  • Roberto dos Santos Vieira & Ademar Raimundo Mauro Teixeira (1985 – 1989)

 

  • Marcus Luiz Barroso Barros & Dilma Montezuma Afonso (1990 – 1993)

 

  • Nelson Abrahim Fraiji & Hélvio Neves Guerra (1994 – 1997)

 

  • Walmir de Albuquerque Barbosa & Silas Guedes de Oliveira (1998 – 2001)

 

  • Hidembergue Ordozgoith da Frota & Neila Falcone/Gerson Suguiyama Nakagima (2001 – 2009)

 

  • Márcia Perales Mendes Silva & Hedinaldo Narciso Lima (2009)

 

Ensino, Pesquisa e Extensão
 
Com a maioria de suas unidades  administrativas  e  de  ensino  instaladas no Campus Universitário, a UFAM oferece, atualmente, 96 cursos de graduação e 39 de pós-graduação stricto sensu credenciados pela Capes. São ao todo 31 cursos de Mestrado e 8 de Doutorado. Em nível de Pós-Graduação Lato Sensu, são mais de 30 cursos oferecidos anualmente. No que se refere à Extensão, são mais de 600 projetos que beneficiam diretamente a população e 17 grandes programas extensionistas.
 
 
 
 
 
 
 
Alunado
 
Entre os alunos dos cursos regulares de graduação ministrados em Manaus e no interior do Estado e dos cursos  de graduação conveniados, a Universidade  reúne mais  de 20 mil  estudantes. Nos  cursos  de Pós-Graudação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) e Lato Sensu são mais de 2 mil estudantes. A Instituição oferece inúmeros laboratórios e bibliotecas para a prática acadêmica e a pesquisa.
 
A Universidade realiza anualmente dois  tipos  de seleção para o ingresso no Ensino Superior: o Exame Nacional do Ensino Médio(Enem) e o Processo Seletivo Contínuo(PSC), com 50% de vagas para cada um deles.
 
 
Professores
 
Ao mesmo  tempo  em  que  busca manter o melhor padrão de  ensino nas diferentes áreas do conhecimento, a  Ufam  dispõe hoje de um quadro docente altamente qualificado. São professores que buscam constantemente o seu aprimoramento, comprometidos com o ensino, a pesquisa e a extensão.
 
 
Ufam Multicampi
 
A instituição está presente no interior do estado, por meio de seus centros universitários, desde os anos de 1970, quando implantou o primeiro Pólo no município de Coari.
 
Como resultado do inegável esforço e investimentos empreendidos pela comunidade universitária para efetivar a política de expansão do ensino superior, o ano de 2005 representou um marco no tocante às medidas adotadas no âmbito das propostas de  adequação dos projetos de interiorização. Esse empenho resultarou na criação do Programa de Expansão do Ensino Superior, promovido pelo Governo Federal, que traz como denominação no Amazonas a sigla “Ufam Multicampi”.
 
 
Unidades Acadêmicas
 
A estrutura acadêmica da Ufam está dividida entre institutos, faculdades e uma escola, distribuídos de acordo com sua área temática.
 
Institutos:
  • Instituto de Ciências Biológicas (ICB);
  • Instituto de Computação (ICOMP);
  • Instituto de Ciências Exatas (ICE);
  • Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL);
  • Instituto de Natureza e Cultura em Benjamin Constant (INC);
  • Instituto de Saúde e Biotecnologia em Coari (ISB)
  • Instituto de Agricultura e Ambiente em Humaitá (IAAH);
  • Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia em Itacoatiara (ICET) e
  • Instituto de Ciências Sociais, Educação e Zootecnia em Parintins (ICSEZ).
 
Faculdades:
  • Faculdade de Ciências Agrárias (FCA);
  • Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF);
  • Faculdade de Medicina (FM);
  • Faculdade de Odontologia (FAO);
  • Faculdade de Direito (FD);
  • Faculdade de Educação (FACED);
  • Faculdade de Estudos Sociais (FES);
  • Faculdade de Educação Física e Fisioterapia (FEFF);
  • Faculdade de Tecnologia (FT) e
  • Faculdade de Psicologia (FAPSI).
 
Escola:
  • Escola de Enfermagem (EEM).
 
 
Área Verde e Projeto Arquitetônico
 
A área do campus universitário - 6,7 milhões de metros quadrados - a torna o  terceiro maior fragmento verde em área urbana do mundo e o primeiro do País. Nela são encontradas várias espécies da fauna - como preguiças, pacas, sauins-de-coleira - e da flora, em meio a uma grande porção de mata virgem. A área construída corresponde a cerca de 35% do projeto arquitetônico original, de autoria do arquiteto Severiano Mário Porto, que lhe rendeu menção honrosa, em 1987, do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/RJ).
 
 
 
 
 
 
Estrutura Administrativa
 
A estrutura administrativa da Universidade é constituída pelo órgão superior máximo, que é a Reitoria, seguida pelas Pró-reitorias e pelos Órgãos Suplementares, sendo que cada um desses segmentos possui vários setores, conforme descrito a seguir:
 
Reitoria: composta pelo Gabinete, Diretoria Executiva, Secretaria Geral dos Conselhos Superiores, Representação em Brasília, Assessoria de Comunicação, Procuradoria Jurídica, Auditoria Interna e Comitê Gestor;
 
Pró-Reitorias: divididas em Ensino de Graduação (PROEG), Pesquisa e Pós-Graduação (PROPESP), Extensão e Interiorização (PROEXTI), Planejamento (PROPLAN), Administração (PROADM), Assuntos Comunitários (PROCOMUN) e Inovação Tecnológica (PROTEC);
 
Órgãos Suplementares: Biblioteca Central, Centro de Artes, Centro de Ciências do Ambiente, Centro de Processamento de Dados, Editora da Ufam, Fazenda Experimental, Museu Amazônico, Prefeitura do Campus, Centro de Tecnologia Eletrônica e da Informação, Centro de Desenvolvimento Energético Amazônico, Centro de Pesquisa e Produção de Medicamentos, Centro de Educação a Distância e Biotério.

Apresentação

O Cerimonial, ligado diretamente ao gabinete da Reitoria, é responsável por planejar, organizar e executar as solenidades das quais a reitoria participa de modo direto e nas quais a instituição concede diplomas, certificados, títulos, honrarias e outorga de grau.

Acesse o perfil do Cerimonial no Facebook: www.facebook.com/cerimonial.ufam

 

Equipe

Chefe: André Aureliano

 

Contatos

E-mail:O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. @ufam.edu.br

Fone: (92) 3305 -1492; (92) 8407 - 8410; (92) 9318- 2959

 

Endereço: Centro Administrativo do Campus Universitário Senador Arthur Virgílio Filho.

Av. General Rodrigo Otávio Jordão Ramos, n. 6200. Coroado 1. Manaus/Amazonas - Brasil. CEP: 69077-000.

Diretoria Executiva

A Diretoria Executiva - DIREX - é responsável pela organização de processos administrativos disciplinares no âmbito da UFAM, pela elaboração de ofícios e portarias para a Reitoria e pela publicação de editais em jornais de grande circulação e no Diário Oficial da União - DOU.

Diretora: Sheila Furtado Farias

Telefone: (92) 3305-1489

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 

Protocolo Geral

 

Acesse aqui o Formulário de Correspondência

Pró-ReitoriasPró-Reitorias

 

     

     

     

 

                

 

                

 

       

        

 

REITOR 

Professor Doutor Sylvio Mário Puga Ferreira

 

VICE-REITOR      

Professor Doutor Jacob Moysés Cohen   

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

 

 

Diretoria Executiva 

Sheila Furtado Farias 

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Telefone: (92) 3305-1489

 

Chefia de Gabinete

Almir Liberato da Silva 

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-1485

 

Cerimonial 

André Aureliano

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 9318-2959 

 

Assessoria de Comunicação 

Ana Carla dos Santos Souza

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-1480 / (92) 99132-5211 

 

Assessoria de Relações Internacionais e Interinstitucionais 

Leda Duwe Leão Brasil

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Site: arii.ufam.edu.br 

Telefone: (92) 3305-1753

 

Secretaria Geral dos Conselhos Superiores 

Ellen Conceição de Moraes Derzi

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-1498 

 

Representação em Brasília 

José Leite Saraiva

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Telefone: (61) 3328-1050 / 3328-1548 

 

Procuradoria Jurídica 

Procurador geral: Dr. André Cheik Bessa

Assessora: Alexandra Maria Rosas Pereira da Silva Prado

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-1499

 

Auditor-chefe 

Dinorvan Fanhaimpork

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-1490 

 

Ouvidoria Geral da UFAM

Ouvidor: Carlos Moisés Medeiros

Tel.: (92) 3305-1491 Ramal 2016

        (92) 3305-1181 Ramal 2720

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Site: www.portalouvidoria.ufam.edu.br/

 

TV UFAM 

Diretor: Guaraciaba de Menezes Tupinambá Junior

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.  

Telefone: (92) 3305-4238 

Site: www.tvufam.edu.br

 

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Arquivo Central

Coordenador: Apoena Aguiar Ferreira

E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Tel.: (92) 3305-1181 / Ramal 2760

 

Telessaúde

Diretor: Ivan Tramujas da Costa e Silva

Tel.: (92) 3305-1181 Ramal 2016

Site: telessaude.ufam.edu.br

 

Comitê Gestor 

Reitor 

Vice-reitor 

Pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional 

Diretores de unidades acadêmicas